Salvador, Bahia - Parte I




Viajar até  Salvador é fazer uma viagem pelo tempo do Brasil colonial, onde a arquitetura e património português estão ainda muito presentes e bem preservados.

Os locais orgulham-se dessa herança cultural e patrimonial e têm gosto em receber e explicar o passado.

No primeiro dia visitámos a casa de Jorge Amado e Zélia Gattai em Rio Vermelho.

Uma casa simples com um grande jardim e terraço e uma impressionante coleção de cerâmica, nalguns casos oferta de amigos do casal, como é o caso de José Franco (Mafra)


No final do dia, visitámos o Farol da Barra, primeira edificação portuguesa e passeámos pela Av. Oceânica, cujo ambiente e gentes convidam à dança e alegria.



No segundo dia, rumámos logo de manhã ao Mercado Modelo, todo restaurado, para fazer compras. Esta infraestrutura era a antiga Alfândega e serve agora para comércio de vários stands com artesanato e iguarias locais. 
A caminho, passámos pelo Dique do Tororó, onde estão imagens de vários orixás, em homenagem ao Candomblé.
Salvador é capital da africanidade e tem orgulho nas suas raízes.



Ainda no fim da manhã, subimos pelo Elevador Lacerda até à Praça Tomé de Souza, onde está o Palácio Rio Branco.
Caminhámos pela Praça da Sé até à Igreja de São Francisco. 
Começámos a visita pela Igreja da Ordem Terceira. 
É possível comprar um bilhete combinado e visitar as duas igrejas.
Ambas valem bem a pena ser visitadas.
Os ornamentos de talha dourada da Igreja de São Francisco são algo que nos deixa deslumbrados.



Continuámos passeio até ao Largo do Pelourinho, passando pelas várias lojas de artesanato e bandas de rua.
Almoçámos no Restaurante Escola Senac no Largo do Pelourinho 
Aconselhamos vivamente!




Se caminhar um pouco mais à frente, vai encontrar as ruas de Santo Antônio Além do Carmo. Existem muitos cafés com vista para a Baía de Todos-os-Santos.



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